Artigos de Pesquisa e Relatórios Técnicos

Desde 2001, mais de meio milhão de estudantes e executivos se beneficiaram com a experiência oferecida pelo Marketplace®. Como resultado de uma adopção generalizada e um ambiente de decisão realista, o Marketplace tem se tornado objeto de pesquisa acadêmica na pedagogia de simulação e teoria e prática de gerenciamento. Você tem interesse em realizar pesquisas sobre pedagogia ou sobre teoria e prática de gerenciamento? Leia os seguintes artigos.

artigos e relatórios técnicos

O papel que as simulações de negócios integrados em larga escala podem ter na garantia e avaliação de aprendizagem

Ernest R. Cadotte, Leff Bonney, Richard Riley, and Christelle MacGuire, “The Role that Large Scale, Integrative Business Simulations Can Play in Assurance of Learning and Assessment”
Cadotte et. al. ilustram como as simulações de negócios integradas em larga escala podem ser usadas para avaliações integradas no curso e ao mesmo tempo aumentar a aprendizagem dos alunos e contribuir para a garantia das necessidades de aprendizagem de uma escola. Os resultados calculados da avaliação incluem a capacidade de analisar habilidades multifuncionais, as habilidades de raciocínio dos alunos, e entre outros. Mais especificamente, este material ilustra uma variedade de melhorias e ferramentas de avaliação que podem ser usadas às LSIBS típicas para expandir as oportunidades de aprendizagem e fornecer documentação sistemática em relação ao grau de aprendizagem tanto individualmente como em equipe. Além disso, esse material apresenta dados extensos coletados a partir da observação e avaliação das atividades dos alunos. Ou seja, o material ilustra como esses dados podem fornecer um feedback programático dentro do curso às escolas de contabilidade e negócios, a fim de melhorar os resultados do ensino e concluir o ciclo da garantia de aprendizagem.

Indicadores para mentores

Ernest R. Cadotte (2014), "Indicadores para mentores", BizEd, AACSB International – Os mentores executivos da Associação para o Avanço de Escolas de Negócios do Ensino Superior
que avaliam o trabalho dos alunos trazem uma nova dimensão à avaliação e à garantia de atividades de aprendizagem das escolas de negócios. Neste artigo, Cadotte descreve como os executivos que atuam como instrutores de negócios orientam, avaliam, fornecem feedback e atribuem notas. Os instrutores de negócios avaliam os alunos usando 3 diferentes orientações – uma para reuniões executivas, uma para planos de negócios e uma para relatórios às partes interessadas. Usando as orientações, os instrutores avaliam o processo de raciocínio, os conjuntos de habilidades e o pensamento crítico demonstrados nas decisões dos alunos. Com base nos dados coletados, melhorias significativas foram realizadas no programa de estudo, aumentando a aprendizagem e a confiança dos alunos. Até o final das aulas, os alunos estarão bem confiantes, pois terão realizado simulações de negócios e lidado com desafios complicados. BizEd é uma publicação da Associação para o Avanço das Escolas de Negócios do Ensino Superior.

Pedagogia para aumentar o valor das simulações em sala de aula

Ernest R. Cadotte e Christelle MacGuire (2013) "A Pedagogia para aumentar o valor das simulações em sala de aula". Publicação para o Avanço da Educação de Marketing. (Outono) 33 a 52.
Cadotte e MacGuire descrevem uma pedagogia de simulação avançada utilizada na Universidade do Tennessee por vários anos. Há três principais fatores que distinguem esse curso de todos os outros cursos de simulação. Primeiro, o instrutor não é mais um professor, mas um instrutor de negócios. Segundo, o instrutor se reúne a cada semana com cada equipe em uma Reunião Executiva, onde as equipes revisam 1) seu desempenho durante o trimestre anterior, 2) sua estratégia seguinte, 3) suas decisões táticas, e 4) suas projeções financeiras e a justificativa para todas as ações tomadas. E por último, a inclusão das reuniões executivas e o Instrutor de Negócios criaram a oportunidade de adotar uma diretriz para avaliar as habilidades de raciocínio crítico dos alunos ao longo da simulação. Essa diretriz foi padronizada depois da Hierarquia de Aprendizagem de Bloom. Cadotte e MacGuire analisaram o desempenho de 658 alunos ao longo de dois semestres. O notável é que os alunos alcançaram uma melhoria contínua ao longo do exercício. Eles acreditam que a natureza repetitiva do exercício juntamente com a avaliação regular e o feedback formativo foram fundamentais para a aprendizagem.

Uso de simulações na educação do empreendedorismo: oportunidades, desafios e resultados

Ernest R. Cadotte (2014) "Uso de simulações na educação do empreendedorismo: oportunidades, desafios e resultados", Anais de educação e pedagogia do empreendedorismo, USASBE
Como desenvolver conhecimentos, habilidades e competências empresariais? Certamente, os métodos tradicionais de aulas e livros didáticos são importantes para estabelecer as bases da teoria e prática do empreendedorismo. Mas, para alcançar níveis mais elevados de pensamento crítico, é necessário ponderar, testar, refletir e ajustar os conhecimentos. Para obter habilidades, temos que praticar o assunto estudado. E para conseguir competência, é necessário muito conhecimento e habilidade. Mas não precisamos fazer tudo isso sozinhos. Um instrutor empresarial pode canalizar nossos potenciais, processos de pensamento, rotinas práticas e mecanismos de feedback para avançar o nível e a velocidade com que alcançamos a competência. Gostaríamos de compartilhar um processo que temos desenvolvido na Universidade do Tennessee para avançar o conhecimento, as habilidades e a competência dos nossos alunos. Esse processo é baseado em uma simulação empresarial aprimorada e com diversas atividades e avaliação agregadoras de valor. Começaremos analisando as obras que falam sobre a importância de treinamentos simulados. Depois descreveremos a teoria da aprendizagem experiencial e como isso ajuda a explicar o processo de aprendizagem que fundamenta o uso de simulações de negócios. Em seguida introduziremos a simulação usada como nossa plataforma de aprendizagem. Depois focaremos na descrição de toda pedagogia e suas melhorias, incluindo nossos resultados sobre o desenvolvimento de habilidades de pensamento crítico e aprendizagem adaptativa. Concluiremos o capítulo com uma discussão de como a pedagogia contribui para a aprendizagem empresarial.

Usando simulações de negócios para melhorar a educação de contabilidade

Richard Riley, Ernest R. Cadotte, Leff Bonney e Christelle MacGuire. Revista de Contabilidade, Problemas na Educação de Contabilidade, 28 (4). Novembro de 2013
Riley et. al. descrevem o papel que as simulações empresariais podem desempenhar para melhorar a educação de contabilidade e a avaliação dos estudantes, do curso e dos resultados programáticos. As simulações de negócios ajudam os estudantes de contabilidade a refinarem suas habilidades numéricas ao alavancar sua afinidade com números financeiros e não financeiros, bem como sua disponibilidade para analisar problemas de forma estruturada. Autores revelam que as simulações desafiam os alunos a lidarem com situações não estruturadas, aprendendo a tolerar e a valorizar incertezas. A estratégia de aprendizagem descrita no artigo ilustra como diversas atividades agregadoras de valor podem ser usadas para avaliações incluídas no curso. O desempenho do aluno é registrado pela simulação de negócios e pelo instrutor por meio de medidas objetivas, bem como pelas orientações. Os dados compilados fornecem um feedback programático dentro do curso que pode ser usado para melhorar o ensino e os resultados de aprendizagem.

Faculdades de administração de empresas são frequentemente solicitadas a desenvolver cursos inovadores para atender a demanda da comunidade empresarial. Ao mesmo tempo, devido aos grandes riscos e esforços envolvidos, o corpo docente acadêmico enfrenta crescentes desafios para adotar tecnologias inovadoras. Esse artigo analisa a adoção do Marketplace, um curso de aprendizagem puramente experimental em um currículo de MBA. Pesquisas mostram que a dinâmica de grupo e as características do produto foram dois fatores-chave para o sucesso da adoção de tecnologias inovadoras. Resultados de um estudo empírico demonstram que os alunos consideraram o curso de simulação como uma alternativa viável ao ensino em sala de aula.

Aplicação da teoria de meios-fim para compreender o valor da aprendizagem com simulações

M. Meral Anitsal, Universidade de Tecnologia do Tennessee; Ernest R. Cadotte, Universidade do Tennessee, Knoxville
Uma simulação empresarial completa foi avaliada a partir da perspectiva da teoria de meios-fim. O estudo é exploratório e examina as relações entre os atributos de um serviço educativo (uma simulação de negócios), as consequências desses atributos experimentadas pelos clientes (alunos), os objetivos que os clientes querem alcançar e, por fim, as intenções comportamentais dos clientes depois que experimentam o serviço. A amostra foi composta por dois grupos: estudantes e executivos, todos inscritos em programas educacionais por créditos. Os resultados apontam que executivos e estudantes de graduação se beneficiam de várias maneiras ao experimentar uma simulação. No entanto, o que cada usuário absorve da experiência de aprendizagem é diferente, e tal diferença ocorre devido à bagagem que cada indivíduo já possui do mundo real dos negócios.

Uma análise: o jogo do Marketplace

Stanley J. Shapiro, Universidade Simon Fraser; Catherine McGougan, Camosun College. Inverno de 2003
 


Eu faço e entendo: avaliando a utilidade das simulações de gerenciamento baseadas na Web para desenvolver habilidades de pensamento crítico

por Kathi J. Lovelace, Fabian Eggers e Loren R. Dyck

ACAD MANAG LEARN EDU, março de 2016 15:100-121; Web. 23 de outubro de 2015

Editora: Academy of Management | Publicação: Academy of Management Learning and Education amle.2013.0203

Nosso estudo avalia a utilidade das simulações baseadas na Web para o desenvolvimento de habilidades de pensamento crítico e analisa a relação entre o pensamento crítico e o desempenho na simulação. Também exploramos quanto os alunos usam uma colaboração em relação à abordagem de resolução de problemas competitiva dentro do contexto de simulação. Dados de alunos de graduação pré e pós-teste foram coletados e usados para testar a aprendizagem de habilidades de pensamento crítico. Dados pós-teste foram usados para avaliar as relações entre o pensamento crítico, o desempenho na simulação e a abordagem para resolução de problemas. Descobrimos que a participação nas simulações foi uma forma eficaz de desenvolver habilidades de pensamento crítico. O pensamento crítico também estava relacionado ao desempenho, mas apenas em uma das três simulações. A abordagem de resolução de problemas não atuou como mediadora entre o pensamento crítico e o desempenho; no entanto, uma abordagem competitiva para a resolução de problemas apontou menor desempenho, e relações significativas foram encontradas entre as subcategorias de pensamento crítico e em ambas as abordagens de resolução de problemas. Discutimos as implicações dos nossos resultados e identificamos as simulações baseadas na Web como pedagogia suplementar útil para o desenvolvimento da importante habilidade do pensamento crítico. Estudo de limitações e sugestões para futuras pesquisas estão incluídas. 

 

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